Mario Kart 8| Crítica

  O colorido exagerado dos cenários, ao lado dos tortuosos circuitos, deixa o jogador inerte a inúmeras coisas que acontecem fora das pistas.

Mario Kart 8 segue as tradições de levar a facilidade de se adaptar aos controles e às novidades, por vezes, dá a impressão de o game ser simplório. Ao desligar o Wii U, porém, circulam na mente cenas e detalhes outrora despercebidos. É como despertar de sessão de hipnose, onde se foi levado a um mundo que engole tempo, espaço e consciência, mas nunca a diversão. É nessas pausas que Mario Kart 8 melhora, pois há tempo para notar o cuidado com que foi feito. Seja no single ou no multiplayer, essa nova edição da franquia da Nintendo beira a perfeição.

Durante as disputas, por exemplo, é impossível perceber a quantidade de informação distribuída nas pistas pela justa causa que interagem com as curvas e com os caminhos alternativos de cada circuito.

Pistas clássicas das edições de Nintendo 3DS, Wii e Nintendo 64 estão de volta, reformuladas e desenhadas para as novas possibilidades e uma continuação de variedades com Motos e Carros.
Essa diversidade não contribui somente para a melhoria da jogabilidade, mas também para a composição dos personagens e do visual de Mario Kart 8.

Creditos: Nero

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