Resenha Profunda: A Morte do Homem-Aranha & Vingadores vs. Supremos

 

 
 






















Escritores: Brian Michael Bendis (Spider-Man) e Mark Millar (Avengers vs. Ultimates) | Arte: Mark Bagley e Leinil Francis Yu | Ano: 2011

Chegamos ao capítulo final e mais emocionante de toda a era Ultimate. Se o Volume 3 foi o declínio e Ultimatum foi o caos, o arco A Morte do Homem-Aranha e o crossover Vingadores vs. Os Supremos representam o "canto do cisne" da linha criada por Brian Michael Bendis e Mark Millar.

Este evento foi uma estratégia narrativa brilhante: enquanto a série do Aranha mostrava o lado emocional e humano do herói, a série dos Supremos mostrava a guerra política e os erros dos adultos que acabariam selando o destino do jovem Peter Parker.

Resenha: Os Supremos Vol. III – Quem Matou a Feiticeira Escarlate?

 


Escritor: Jeph Loeb | Arte: Joe Madureira | Publicação: 2007-2008 (Minissérie em 5 edições)

Se o Volume II foi o ápice, Os Supremos 3 (Ultimates 3) é, para muitos fãs e críticos, o ponto onde o trem descarrilou e caiu no abismo. Publicada entre 2007 e 2008, a série marcou a saída da dupla dinâmica Millar/Hitch e a entrada de Jeph Loeb (roteiro) e Joe Madureira (arte).

Se os volumes anteriores eram thrillers políticos de ficção científica, o Volume 3 abraça o gênero "Novelão de Mistério com Esteroides". A trama abandona a geopolítica e foca em um escândalo interno: o assassinato de Wanda Maximoff (Feiticeira Escarlate) e a busca pelo culpado.

Resenha: Os Supremos Vol. II - Política, Poder e Pancadaria: Por que Os Supremos 2 é uma HQ Obrigatória

 


Escritor: Mark Millar | Arte: Bryan Hitch | Publicação: 2005-2007 (Minissérie em 13 edições)

Dando continuidade ao nosso mergulho profundo nas grandes obras que moldaram o mercado, chegamos ao que muitos consideram o ápice da linha Ultimate da Marvel. Se o Volume I foi o recrutamento, Os Supremos Vol. II (Ultimates 2), de Mark Millar e Bryan Hitch, é o colapso épico de uma ideologia.

Crítica Editorial: O Descalabro da Panini com a Era Geoff Johns e os Novos 52

 


Se existe uma fase que definiu os anos 2000 na DC Comics, foi a gestão de Geoff Johns à frente do Lanterna Verde. No entanto, o que deveria ser um tratamento de luxo para uma das maiores sagas da editora, tornou-se um labirinto de erros e falta de planejamento por parte da Panini Comics Brasil.

Guia de Leitura Cronológica dos X-Men


Um guia de Leitura Cronológica dos X-Men a princípio, pode parecer muito complicado. Embora quando se trata dos mutantes nós falamos de viagens no tempo, retcons e diversas equipes de mutantes, é possível se atualizar com os arcos antigos e partir para atual fase da equipe.

Este guia visa principalmente, iniciantes nas HQ’s dos X-Men. Talvez alguns arcos/histórias fiquem de fora por não alterarem de forma pesada a vida dos mutantes. Caso estas HQ’s possam ser encontradas para venda, deixarei com links para compra no site da Amazon. Dividiremos o guia em arcos, para facilitar a procura. Vamos ao guia!

Os primeiros anos
A primeira HQ dos X-Men, é de 1963 e sua cronologia vem desde esta época. Porém, em 2011, foi lançada a série X-Men Season One, que infelizmente não veio ao Brasil e só é possível encontrar em inglês. Caso vocês tenham um razoável inglês de leitura, é possível curtir essa ótima história de Origem, cobrindo o primeiro ano dos X-Men, bem como seus primeiros confrontos com Magneto e a Irmandade dos Mutantes.    

Resenha de HQ: X-Men – Gênese Mortal

 

Escritor: Ed Brubaker | Arte: Trevor Hairsine | Publicação: 2005-2006 (Minissérie em 6 edições)

A HQ começa após os eventos da Dinastia M, em um mundo onde a maioria dos mutantes perdeu seus poderes. No entanto, uma energia misteriosa desperta um ser de imenso poder que começa a caçar os X-Men originais. O que se segue é a revelação de um segredo que Xavier guardou por décadas — um pecado que muda para sempre a forma como vemos o mentor dos mutantes.

Mortal Kombat 2 (2026): O Ciclo da Nostalgia, crise criativa e o desgaste de Mortal Kombat


Infelizmente, a transição da antiga Midway Studios para a atual NetherRealm Studios parece ter selado o fim da originalidade na franquia. Embora o reboot de 2011 tenha sido justificável por resgatar a essência da trilogia clássica, a narrativa falhou em estabelecer uma continuidade progressiva e coesa.