Resenha: Digimon World Data Squad (PS2) – O Punho de Marcus no Console

 


Plataforma: PlayStation 2 | Desenvolvedora: Namco Bandai | Ano: 2006 (JP) / 2007 (EUA)

Lançado para acompanhar o sucesso da quinta temporada do anime, o jogo (conhecido no Japão como Digimon Savers: Another Mission) traz uma experiência que mistura o tradicional RPG de turnos com uma estética visual que parecia "saltar" da TV diretamente para o PS2.

Resenha de HQ: A Guerra dos Anéis – O Terror Amarelo

 


Roteiro: Geoff Johns | Arte: Ivan Reis & Ethan Van Sciver | Ano: 2007-2008

Se você achou que as resenhas do Superman e da Liga da Justiça foram épicas, segure o seu anel energético, porque agora entramos no território do "Star Wars da DC". A Guerra dos Anéis (Sinestro Corps War), escrita por Geoff Johns entre 2007 e 2008, é considerada por muitos como a melhor saga do Lanterna Verde de todos os tempos.

Geoff Johns já vinha reconstruindo a mitologia do Lanterna Verde em Lanterna Verde: Renascimento, mas foi aqui que ele explodiu a escala da franquia. Ele não apenas criou um vilão, ele criou uma antítese para tudo o que os Lanternas Verdes representam.

Resenha Retrô: The Legend of Zelda: Majora’s Mask (N64) – O Relógio do Apocalipse

 


Plataforma Original: Nintendo 64 | Desenvolvedora: Nintendo | Ano: 2000

Após os eventos de Ocarina of Time, Link parte em uma busca pessoal por uma amiga perdida (Navi) e acaba sendo emboscado pelo Skull Kid, que porta a amaldiçoada Máscara de Majora. Link é levado para o mundo de Termina, onde a Lua está prestes a colidir com a terra em exatamente 72 horas.

Resenha Retrô: Secret of Mana (SNES) – A Magia do Trabalho em Equipe


Plataforma Original: Super Nintendo (SNES) | Desenvolvedora: Square | Ano: 1993

Para começarmos março com o pé direito e honrando o legado dos 16-bits, vamos falar de um jogo que, para muitos, é a verdadeira definição de "RPG cooperativo". Secret of Mana (1993), da Square, é uma obra-prima que brilhou em uma época onde o gênero era quase exclusivamente solitário.

ESSBNews #13: O Épico Fechamento de Fevereiro (23/02 – 01/03)

 O resumo definitivo da semana: de Raccoon City ao universo Ultimate.

Resenha de HQ: Divididos Caímos (Ultimate Comics: Divided We Fall)

 

Roteiro: Brian Michael Bendis, Sam Humphries e Brian Wood | Arte: Billy Tan, David Marquez e Paco Medina | Ano: 2012

Essa é uma das sagas mais viscerais e políticas da linha Ultimate Marvel. Enquanto o universo 616 (o principal) costuma manter o status quo, no Universo Ultimate as consequências são reais: cidades são varridas do mapa e o mapa dos EUA é literalmente redesenhado.

Se você achava que a Guerra Civil original era tensa, Divididos Caímos eleva a aposta para um cenário de apocalipse geopolítico. Esta saga não é apenas sobre heróis lutando contra vilões; é sobre o colapso de uma nação e a tentativa desesperada de reconstruir o sonho americano a partir das cinzas. 

Resenha: Resident Evil Requiem (2026) – Entre a Perfeição e a Decepção

 


Plataformas: PS5, Xbox Series X/S, PC | Desenvolvedora: Capcom | Ano: 2026

Resident Evil Requiem é descrito como uma "montanha-russa". O jogo abandona a família Winters e traz de volta o protagonismo de Leon S. Kennedy, dividindo os holofotes com a novata Grace Ashcroft, filha da jornalista Alyssa Ashcroft (de RE Outbreak). A trama foca na investigação de mortes misteriosas de sobreviventes de Raccoon City, levando-os ao sombrio Hotel Wrenwood.