Saint Seiya: Soul of Gold S01E13 Que nossas preces sejam ouvidas! A eterna lenda dos Cavaleiros de Ouro!
Enfim, Soul of Gold se encerra e acho que o último episódio não poderia ter se desenrolado de outra maneira. Com as surpresas reveladas e toda a trama que levou os Cavaleiros de Ouro a reviverem em Asgard explicada, o desfecho da batalha contra Loki veio com a emoção característica da série e repleto de pequenos agrados aos fãs destes doze personagens.
Minha parte favorita do capítulo foi logo no começo, quando rolaram várias conversas entre os dourados enquanto eles atacavam Loki. Afrodite e Máscara da Morte retomaram sua parceria, Camus e Milo deixaram para trás a rixa de sua batalha no começo da série, Dohko relembrou seus conselhos a Aldebaran e, o mais legal de tudo, Saga e Aioros se reconciliaram em tela pela primeira vez desde o incidente que deu início a toda a trama da série clássica.
A luta foi o que menos importou e, talvez por isso tenha se desenrolado de forma previsível: Loki defendeu todos os ataques dos Cavaleiros de Ouro, que, no fim, conseguiram despertar suas armaduras divinas e derrotar o vilão. Ainda assim, foi elegante a forma como Atena fez sua intervenção decisiva na batalha. Os dourados precisavam do sangue dela para que suas armaduras alcançassem o status divino e, então, a deusa enviou pétalas com seu sangue (saga de Hades mandou um abraço), mesmo estando aprisionada nos Elísios.
Por fim, a série amarrou a ponta solta estabelecida lá no primeiro episódio, com uma rápida aparição de Poseidon (o deus responsável por levar as armaduras de Ouro a Seiya e seus amigos na luta nos Elísios), encaixando, assim, a minissérie dentro da cronologia de Cavaleiros. Foi um final simples e digno para uma saga que, apesar de seus tropeços, foi uma adição positiva ao mito dos cavaleiros de Ouro.
Fontes: Omelete
Créditos: Nero
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