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Resenha de Game: Mega Man X5 (2000) – O Apocalipse dos 32-Bits e o destino de Zero

 


Desenvolvimento/Publicação: Capcom | Plataformas: PlayStation 1, PC | Ano de Lançamento: 2000 | Gênero: Ação / Plataforma 2D / Hack and Slash

Lançado no ano 2000 para o PlayStation original, Mega Man X5 chegou com a pesada responsabilidade de fechar a trilogia da franquia nos 32-bits e, originalmente na visão do criador Keiji Inafune, servir como o capítulo final definitivo da jornada de X e Zero. A Capcom entregou uma obra ambiciosa, carregada de dramaticidade, mecânicas de urgência e um fanservice profundo para os veteranos da série.

Resenha Técnica: Resident Evil 2 (PS1 vs. N64) – O Milagre do Cartucho

 


Essa é uma das histórias mais fascinantes da "guerra dos consoles" e um verdadeiro estudo de caso sobre engenharia de software. Quando a Capcom anunciou que levaria Resident Evil 2 para o Nintendo 64, a indústria riu. Parecia impossível.

Resenha Retrô: Crash Bandicoot (1996) – O Mascote com Atitude

 


Plataforma Original: PlayStation 1 | Desenvolvedora: Naughty Dog | Ano: 1996

Se o Mario é o rei da Nintendo e o Sonic é a velocidade da Sega, Crash Bandicoot foi o rosto da "atitude" da Sony no PlayStation 1. Desenvolvido pela Naughty Dog (sim, a mesma de The Last of Us e Uncharted), o jogo de 1996 foi um marco técnico que provou que o 3D tinha vindo para ficar.

Resenha Retrô: Metal Gear Solid (PS1) – A Obra-Prima da Espionagem



Plataforma Original: PlayStation 1 | Diretor: Hideo Kojima | Ano: 1998

Se o Resident Evil definiu o terror, Metal Gear Solid (1998) definiu o que significava um jogo ser "cinema". Hideo Kojima não entregou apenas um jogo de ação; ele entregou uma experiência de espionagem tática que quebrou a quarta parede e mudou para sempre a forma como as histórias são contadas nos videogames.

Em Metal Gear Solid, você assume o papel de Solid Snake, um soldado aposentado enviado para a ilha de Shadow Moses para impedir que uma unidade terrorista renegada (FOXHOUND) lance um ataque nuclear. Mas, como tudo na mente de Kojima, nada é o que parece.

Resenha Retrô: Digimon World 3 (PS1) – A Odisseia no Mundo Online

 


Plataforma Original: PlayStation 1 | Desenvolvedora: Bandai | Ano: 2002

Digimon World 3 (2002) foi o jogo que abandonou as mecânicas de "bichinho virtual" dos anteriores para abraçar de vez a jornada épica de um RPG tradicional.

Lançado no final da vida do PS1, Digimon World 3 (conhecido como Digimon World 2003 na Europa) apresentou uma evolução visual absurda, utilizando cenários pré-renderizados lindíssimos e um sistema de combate que lembrava muito os grandes sucessos da época, como Final Fantasy.

Resenha Retrô: Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes(PS1) - O Crossover dos sonhos

 


Plataforma Original: Arcade (CPS-2) / Dreamcast / PS1 | Desenvolvedora: Capcom | Lançamento: 1998

Se a Guerra Civil dividiu os heróis nos gibis, Marvel vs. Capcom os uniu contra uma ameaça que nenhum universo conseguiria deter sozinho. Este jogo é a celebração máxima da "Era de Ouro" da parceria entre a gigante japonesa e a Casa das Ideias.

Resenha Retrô: Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories (PS1) – O Caos das Fusões

 


Plataforma Original: PlayStation 1 | Desenvolvedora: Konami | Lançamento: 1999 (Japão) / 2002 (EUA)

Lançado em uma época em que as regras oficiais do jogo de cartas ainda estavam sendo definidas, Forbidden Memories criou seu próprio sistema. Esqueça os tributos ou invocações especiais complexas: aqui, a lei é a fusão livre e a força bruta.

Resenha Retrô: Digimon World (PS1) – Sobrevivência e Amizade no Mundo Digital

 


Plataforma Original: PlayStation 1 | Desenvolvedora: Bandai | Lançamento: 1999

Digimon World, lançado em 1999, é um dos jogos mais divisivos, complexos e fascinantes daquela era. Ele não tentou ser um clone de Pokémon; em vez disso, criou um simulador de vida selvagem e criação que até hoje é difícil de replicar.

Digimon World é o jogo que melhor capturou a essência dos Virtual Pets originais (os V-Pets). Você não é apenas um treinador; você é um parceiro. Transportado para a Ilha Arquivo (File Island), sua missão é convencer os Digimons que perderam suas memórias a voltarem para a Cidade do Início (File City) e salvar o mundo de uma força maligna.

Resenha Retrô: Resident Evil (PS1) – O Nascimento do Survival Horror

 

Plataforma Original: PlayStation 1 | Desenvolvedora: Capcom | Lançamento: 1996

Em 1996, o mundo conheceu a Mansão Spencer e o medo ganhou uma nova face. Resident Evil (ou Biohazard no Japão) transportou os jogadores para o meio das montanhas Arklay, onde o time Alpha dos S.T.A.R.S. se vê encurralado em uma propriedade infestada de zumbis e mutações biológicas.

Digimon World

Nome: Digimon World
Plataforma: PS1
Gênero: RPG, Aventura
Desenvolvedora: Bandai


Você, um fã inveterado de Digimon, é sugado através de seu VR, e acaba aparecendo em File City, uma cidade virtual populada exclusivamente por Digimon. Ou, bem, era: um misterioso evento fez os Digimons abandonarem a cidade, se tornando ferozes, e alguns até perderam a capacidade de falar. Jijimon, o chefe da cidade, te manda em uma missão: ao lado do seu parceiro Digimon, você deve resgatar e repopular File City para combater os estranhos eventos que ocorrem na ilha.  Ah, Digimon World... Eu vejo este jogo com óculos coloridos de nostalgia, por ser o primeiríssimo jogo que eu já tive, mas tentarei ser justo nesse review. Digimon World é a resposta da Bandai para a febre Pokémon, mas é extremamente mais focado em treinar e cuidar do que 'capturar todos'. Você controla Tamer (com um nome à sua escolha) e seu fiel Digimon, e deve treinar, batalhar e explorar a ilha, fazendo Digimon se juntarem à cidade dos mais variados jeitos.


Digimon World é o mais próximo de um Tamagotchi (que curiosamente também é da Bandai) que se pode chegar. Seu Digimon não é só uma máquina de batalha; ele precisa se alimentar, fazer cocô, treinar e receber elogios de vez em quando. Esqueça das suas necessidades, e você terá um bicho infeliz e rebelde nas mãos.



Seu Digimon, que inicialmente é um Agumon ou Gabumon, tem 6 stats principais (Attack, Defense, Speed, Brains, HP e MP, que não precisam de explicação, acho), além de três barras, chamadas Happiness, Discipline e Virus. Happiness é a felicidade do seu bicho, que o faz ter uma expectativa de vida maior; Discipline é o quanto seu Digimon te respeita em batalha, e Virus é apenas uma medida de quantos cocôs seu bicho fez fora da privada (o que não altera nada, mas se chegar ao máximo pode te transformar em um Mon horrível.). A chave do sucesso é evoluir tudo balanceadamente, e tomar conta das necessidades do seu bichinho.


As evoluções também não seguem um padrão lógico, como no anime. Um Agumon não necessariamente vira um Greymon - as evoluções dependem dos stats do seu bicho, das barras de felicidade e disciplina, e da quantidade de erros cometidos no seu treinamento (como deixar ele passar fome). Ou seja, seu Agumon pode muito bem virar um Tyrannomon.


Os gráficos são muito bonitos, principalmente se levar em consideração que DW veio perto do início da vida do Playstation. Os cenários são bonitos e coloridos, estáticos (como em Resident Evil, por exemplo) e relativamente grandes. É fácil ficar sem saber onde ir, devido ao tamanho do mapa, mas alguns Mons na cidade te dão dicas de onde ir. A trilha sonora, apesar de eu particularmente gostar, é realmente neutra, sem grandes atrativos. Algumas músicas de background, como em Gear Savanna, são realmente boas, mas a maioria não passa de background noise, com grilos e sapos fazendo barulho e etc. As vozes dos personagens, pelo menos, são extremamente fofinhas. Ouvir seu Digimon soltando um "RAWR" toda vez que você dá comida pra ele é mágico.


Digimon World é um jogo facilmente frustrante, fechando o assunto. Treinar seu Mon pode ser cansativo, e não ter controle sobre as batalhas pode incomodar alguns, mas se você conseguir se entregar ao jogo o suficiente, verá que tem um RPG interessante e envolvente embaixo. Só não enfie na cabeça que vai coletar todas as Medals - é coisa de maluco.

PONTUAÇÃO:

Gráficos: 8
Som: 7
História: 6
Gameplay: 6
Fator Replay: 8
Dificuldade: 5-8, depende de sorte
Cocôs por minuto: 8

Creditos:Henrique

Resident Evil 2-Hunk/The 4ºSurvivor

Esse Mini-Game é participação especial do RE2(N64-PS1),eu sempre gostei da serie RE e nesta semana vamos só fala nisto aqui no Blog especial as 16 anos de Pesadelos que a Capcom fez pela gente,bom antes demais nada,esse Mini-Game mostra você jogando com Hunk usando três armas,algumas ervas e balas,o suficiente para você sair com vida,você tem uma amostra do G-Virus e pelo visto deve levar para Umbrella,o cenário é nos esgotos,do Departamento de Policia de Raccoon City (RPD),também tem alguns inimigos como Zumbis(claro né...),Cerebus,Spiders grandes enfim,também você precisa lutar contra o tempo,veja o vídeo:

OBS:Neste vídeo o cara que jogou e filmou não atirou e nem usou faca e ele conseguiu bater seu recorde e o Rank foi A.

Creditos:Henrique

Analise: Driver 2

Driver 2 Boxshot
Desenvolvimento: Reflections Interactive
Publicação: Infogrames
Plataforma: PS1
Lançamento:  13 de novembro 2000
Gênero: Ação
Modos de jogo: Single Player e Multiplayer
Classificação: PEGI: 12+

O primeiro jogo no bom e velho estilo 'Roubar Carros'

Driver 2 foi um dos primeiros jogos a combinar corrida, ação e missões com alta velocidade em uma cidade inspirada nas que existem hoje, com a ajuda de gráficos 3D fazendo com que você entre em um mundo onde você comanda um motorista completamente fora da lei.

A história de Driver 2 é sobre mais um trabalho do policial disfarçado Tanner agora com seu parceiro Tobias Jones a um criminoso conhecido como Pink Lenny. Existe uma iminente guerra entre gangues na cidade de Chicago, incluindo latinos poderosos e os antigos cartéis locais e o objetivo de Tanner é encontrar Lenny antes que a violência se inicie.





Os modos principais do jogo são: "Undercover" que é o modo história onde acontecem as missões. O modo "Take A Ride" é apenas para circular na cidade com o carro escolhido, sem objetivo algum. O "Multiplayer" traz pequenos modos onde se pode apostar corridas, ver quem destrói o carro primeiro entre outros.
As missões podem variar entre perseguições diretas ou no estilo espionagem onde cria-se uma barra que mostra o nível de suspeita.
No canto superior esquerdo há duas barras: uma mostra o Damage e a outra nível de procura.
Os comandos do personagem, quando está fora de um veículo, é simples, o personagem se move a uma velocidade razoável e rouba os carros, apertando Triângulo e para cima no direcional.
A forma de dirigir é muito semelhante a de carros em jogas de corrida. Se o botão X for apertado de uma vez, o carro arrancará "cantando" os pneus traseiros fazendo com que demore um pouco para sair do lugar.
No jogo existem quatro cidades que são: Havana, Chicago, Las Vegas e Rio de Janeiro.
Cada cidade possui suas próprias características retratadas, como em Havana, onde o ritmo é calmo, as ruas são estreitas e as construções tem o seu estilo Cubano, e os carros são no estilo anos 70 e 80. Em Chicago existem prédios altos, o aerotrem de Chicago e o típico ônibus escolar amarelo. Em Las Vegas pode-se ver muitas luzes dos cassinos e hotéis, e as limusines brancas também não foram esquecidas. No Rio pode se ver alguns dos pontos turísticos mais conhecidos embora o Cristo Redentor só apareça em um CG.
Os carros variam entre caminhonetes, carros de quatro e duas portas e ônibus.
O número de missões variam de cidade para cidade, totalizando 37 missões.
O jogo também possui um mapa e um GPS que marca seus objetivo, mostra onde estão carros de polícia e caso a policia te persiga, ficará piscando em vermelho.
Em Driver 2 a polícia realmente exerce sua função. Ela vai suspeitar de você se estiver em alta velocidade, e te perseguirá até que o seu carro exploda.
O clima pode variar dependendo da missão. Durante a chuva, pode-se perceber que o controle do carro fica precário e pode-se perceber os reflexos do cenário no asfalto.
No modo Take A Ride há uma forma de ver o replay de todo o seu "role" pela cidade dando um aspecto de que são cenas de um filme, podendo escolher entre diversos ângulos de câmera como: traseira, de cima, pára-choque e roda, entre outras. Existem também recursos de video como: parar, avançar e regredir, dando mais dinâmica a esse recurso.

Image 1

Os sons dos carros são muito repetitivos, só são diferentes quando você dirige os caminhões ou ônibus e pode-se ouvir os sons do pneu derrapando e buzinas por todos lados.
Existem buzinas e sirenes que são ativadas quando você pega uma ambulância ou um carro de polícia.
As vezes quando estamos dirigindo, pode-se perceber as musicas saindo de dentro dos carros que andam pela cidade.
Nos CGs o áudio do jogo mostra o seu verdadeiro potencial e são bem realistas.
Quando há uma perseguição cria-se uma música de fundo com batidas rápidas dando muita ação ao jogo.

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Os gráficos dos carros são bem detalhados, mas quase não há reflexo da carroceria, dando um certa "fosquidão" aos vidros e a lataria do carro.
O nível de destruição do carro é considerável, e com algumas batidas à frente do carro, a mesma fica completamente amassada, o capô dobra e é arrancado, expondo o motor.
As laterais amassam completamente, e as portas saem.
Os cenários são compostos por prédios, casas, galpões e pontes; uma coisa que se percebe, é que alguns prédios são idênticos fazendo com que o cenário fique um pouco repetitivo.
O gráfico do personagem que controlamos tem a mesma textura de todas as pessoas que caminham nas ruas, as roupas são simples, e tem-se impressão de que elas estão pintadas no corpo. Os rostos das pessoas também são simples e sem detalhes.
As sombras só estão presentes no personagem que controlamos e no carro, e a quem diga que na sombra de Tanner há dois rifles desenhados.
No jogo quase não há sangue, até porque se trata de um jogo "teen". Quando você avança com o carro em alta velocidade para cima de um pedestre, a pessoa vai simplesmente correr para um lado (muitas vezes para dentro das paredes) tornando-se impossível ferir uma pessoa.
Os CGs são o ponto alto dos gráficos no jogo. São muito bons para a época, o movimento dos lábios são bem detalhaodos diferentemente de muitos jogos da época. O efeito de luminosidade solar é impecável. Os CGs se mostram em parâmetros de PS2.

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A inteligência artificial do jogo é simples, mas traz momentos de agilidade. Os carros param quando o semáforo está vermelho.
A polícia vai te perseguir se você dirigir loucamente. Ela desvia dos carros se estiver na mão certa da pista, mas não vai desviar de postes de eletricidade que não são destrutíveis. Ela irá bater em você até que o seu carro vire sucata. Se você estiver em uma avenida, cuidado, pois pode surgir uma barreira policial te cercando completamente.
Como já dito antes, não há como ferir uma pessoa nesse jogo, pois ela vai correr para algum lado, muitas vezes entrando nas paredes como fantasmas.
Você também perseguirá nesse jogo, em que o carro que estiver fugindo de você dificilmente cometerá algum erro.

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Driver 2 foi um jogo inovador e influente, exemplo disso é a serie Grand Theft Auto.
Possui uma jogabilidade que jamais foi vista na época misturando aspectos de ação e corrida, tornando-se uma combinação perfeita para um jogo.
Este jogo é realmente um clássico do Playstation.

Prós

- Os gráficos dos CGs;
- O Modo multiplayer;
- O tamanho das cidades;
- A jogabilidade;
- O replay com muitas funcionalidades.

Contras

- Os gráficos durante o jogo estão fracos mesmo pra época;
- Missões repetitivas;
- Baixa interatividade com o cenário;
- Sons repetitivos.


Notas:

Diversão: 10
Jogabilidade: 9.5
Gráficos: 8.5
AI: 8.5
Áudio: 8.0
 
Creditos:Henrique

Análise: Crash Bandicoot 3: Warped


Crash Bandicoot 3: Warped
Desenvolvimento: Naughty Dog
Publicação: Sony Computer Entertainment e Universal Interactive Studios
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 31 de Outubro de 1998 ( 2008 para PS3)
Gênero: Plataforma
Modos de jogo: Single Player
Classificação: ESRB: Kids to Adults (K-A)

Nesta analise vou falar sobre Crash Bandicoot: Warped, o terceiro jogo da série de aventura mais aclamada do Playstation 1. A série sempre deu aos jogadores diversão, fases desafiadoras, personagens carismáticos, gráficos de encher os olhos com tantas cores e detalhes, e muito bom humor. Nesta edição não foi diferente, lançado em 1998 Crash 3 veio cheio de novidades, como os enredos das fases completamente inéditos e diversificados, novos personagens, um novo sistema de Warproom, e os chefes estão um pouco mais desafiadores. O que mais trouxe diversidade ao Crash 3 foi o novo enredo que nos leva para diversas eras e tempos importantes da história do mundo. Algo tão culturalmente apurado é simplesmente um jogo de aventura em plataforma 3D. Vamos a nossa analise.


Vamos nos aventurar com Crash e os outros no espaço-tempo

Após Dr. Nitrus Brio e Crash Bandicoot terem feito em pedaços a estação espacial de Cortex, um dos destroços foi parar na Terra. Caindo sobre um monumento antigo, libertando uma entidade maligna que nela esta aprisionada. A entidade do mal é Uka-Uka uma mascara de madeira que possui poderes sobrenaturais e maléficos, Uka-Uka é também irmão de Aku-Aku, a mascara com penas coloridas que protege Crash desde sempre. Em uma das ilhas N. Sanity, os famosos Bandicoots estão cuidando de seus afazeres, quando escutam uma gargalhada maligna. A máscara Aku-Aku se surpreende e se adianta para chamar os Bandicoots e os outros para dentro do casebre onde moram. Em uma superfície futurística, Uka-Uka, que é a tal máscara do mal, grita com Cortex, que pela causa de sua incompetência, todos os cristais e diamantes se perderam no espaço-tempo. Mas, há um novo aliado que ajudará Cortex a dominar o mundo, o Dr. Nefarius Tropy. Ele é o criador da superfície cujo o nome é Time-Twisting Machine (Tornado Temporal) e mestre do tempo. A Time-Twisting Machine é uma maquina do tempo que da acesso aos locais onde estão os critais perdidos (as fases do jogo). Na Ilha N.Sanity, Aku-Aku diz para nossos heróis que a tal risada era de seu irmão do mal, Uka-Uka. Ele e Cortex querem dominar o mundo usando sua genialidade e maldade juntos. Todos saem em disparada rumando esta nova aventura, agora Crash deverá achar os 25 cristais no Tornado Temporal para deter Cortex e Uka-Uka, antes que seja tarde!




Creditos:Henrique

Review de Spider-Man


Bem pessoal, depois de uma longa parada, olha eu a cá de novo,
com mais uma review de jogo para o bom nintendo 64!!

Fala galera do n64Brasil e do BlogdoIML!
Enfim, chega de apresentações, vamos para os finalmente!

O jogo é o Spider-man versão para n64 -- já que se trata de
praticamente a mesma versão do Play 1 -- feito pela Activision, Neversoft
-- Quem?! -- e pela Edge of Reality -- Mas onde?!
Claro, com a boa permissão da Marvel Comics, afinal se fosse um jogo
sobre o Super-Homem, teria de haver uma permissão da DC!

-Do que você está falando?!

Bem, começemos pela tela de inicio,
onde aparentemente não há nada de novo
-- no começo do jogo, não tem mesmo
-- mas após o "zeramento" fará feliz, e muito,
o bom gamer.

O que mais eu posso falar sobre ele antes de
descrever as caracteristicas?

Sim, ele é um otimo jogo! Inspirado nos
quadrinhos do Amazing Spider-Man,
ou o Incrivel Homem-Aranha.



Na verdade é um verdadeiro mar de saudosismo para os fã do aracnideo, tendo
todos os personagens; desde o infame Jonas Jameson -- que só atrapalha..
até a Catwoman versão Marvel -- Que não ajuda em nada, alem de ser horrivel!!

E sim, antes que alguem pergunte,
ele conta com a simbiose, com o Rino,
com o Scorpion, o doutor Octopos, enfim,
até a Mary Jane dá as caras.

O jogo é em uma palavra, sensacional, tanto para os fãs, quantos para o nem-tão-fãs, e mesmo para os que odeiam o cabeça de teia.

Peço perdão ao amigo leitor se esqueci se tem ou não o Duende Verde, ou a madame Teia, mas tem eras que o zerei, então se alguem quiser ajudar, compareça por favor!

O jogo como anteriormente foi dito, se trata de uma versão d jogo feito para Play 1,
que foi passada para o console da nintendo. E não os, Lags não foram consertados,
e sim, os problemas continuam -- nada que atrapalhe a diversão.

O que mais?....Ah é, o jogo diferentemente do filme -- esqueçam o Filme! -- se
passa num ambiente meio sombrio e terrivelmente repleto de ação.
Desde o começo a adrenalina fica nas alturas, portanto se você tem problemas
cardiacos ou de gases, acho melhor jogar o Yoshi Story -- não que seja um game ruim,
mas com certeza não passa a menor sensação de medo...

Vamos logo para as
cARAcTERISTICAs, lá vou poder falar mais!

Jogabilidade:

A jogabilidade é excelente, tendo como unico
problema um dos lags que vieram do Play 1, as "paredes espelho", que no inicio tirarão a paciencia
do bom jogador; porem mais à frente,
pouco farão falta, pela pratica e intuitividade do
proprio cabeça-de-teia.

Ou seja, dimunuindo aqui,
aumentando ali, muiiito boa!
Diversão acima da media.




Diversão:

Eita....Acima da média oras.
Acrescida obvio do ambiente de tensão e propria soturnidade
dos quadrinhos e do desenho -- esse por acaso, um classico!

Dificuldade:

Esse é um ponto fundamental.

Por conta de alguns chefões -- meu amigo, eles são carne de pescoço!
-- e de algumas situações que vão fazer muitos quebrarem a cabeça,
com puzlees e coisas do genero, farão os fãs delirarem e gamers inadvertidos
chorarem!!

Outro ponto de dificuldade é por conta das já descritas acima
-- paredes-espelho.

Tirando isso, sendo que na verdade as outras trazem vontade de o terminar,
tornam-o um Otimo jogo!

Nivel Hard para alguns, e Very Hard para outros

Gráficos:

Esse é o unico ponto realmente fraço.
Os graficos são de Playstate 1!
Os boneços não mexem a boca, os olhos e nem nada!
[A Mary Jane é feia que nem a Filó!!]

Sem contar aquilo que fizeram muiitos desistirem
-- Os predios brotam do ar, os quais quando você cai, despenca num buraco negro, sendo no caso, um buraco amarelo!

Me lembro como se fosse ontem a cara dos jogadores nas casas de jogatina, ao verem que cairam no buraco amarelo...

- Que M****!!!!!!
-Ahhhh!!!
-Cadê o Chããão??!!

Dicas & Coisas LeGais do Game:

A dica mais importante que posso dar é,
combine os butões de ataque.
Tanto de chute e soco, sem contar com o de teia.

Fazendo isso você consegue atacar com mais força.
Outra coisa importante é atacar enquanto saltando, como na foto de
cima, isso facilita muiito a vida.

E bem, usar a cabeça.
A maioria dos vilões possuem maior "life" e poder de ataque.
Então ataque aos poucos e fuja, afinal eles são tudo, mas a maioria
deles é mais lenta do que você -- até parece...

Ou seja, apesar da adrenalina e tensão, sempre procure manter
o sangue frio, e também o "Retry" -- vai precisar!

No fim quem zera, tem um belo premio,
basta dar uma bizoiada nas fotos aí embaixo.

Alem do jogo ser sensacional, os premios são incriveis.
[Mais dicas nas fotos!!]

[Fato interessante é que essas "paredes espelho", constantes em jogos de Play 1, exitem
-- ao menos pelo que eu penso -- por conta do leitor de cd, que por ser lento demorava
para "ler" as fases; coisa ainda mais interessante é que o N64,
por usar fitas, não apresentava esse lag.

E ainda mais incrivel, esse jogo tem praticamente esse mesmo problema
na versão para o nintendo...
Talvez por isso eu acho que valha uma pesquisa no Google!]

É isso pessoal, Fuiz-me! Tentem zerar sem cheats, como nos velhos Times!
E foi mals pelo tamanho da review, é que o jogo é longo, e muiiito sensacional!


Clicando nas fotos, você pode ver elas maiores.
Aqui abaixo tem duas fotos que eu deixo como WallPaper, e com dicas!





Creditos:Henrique

Resident Evil 2

Bem, na capa está escrito, Only For , mas todos sabem que não é bem assim; RE2 foi lançado originalmente para Playstation, posteriormente para N64 e Gamecube, e em todos garantiu sucesso de vendas.
Resident Evil 2 é um Survial Horror que marcou época, e por muitos é considerado o melhor da série.
Esse titulo ser lançado para o N64 foi mais que uma honra, foi uma quebra de tabus; Pois os cartuchos eram muito criticados, por ter espaço de armazenamento limitado (bem menor que de um CD) e diziam que por causa deles o N64 não podia reproduzir videos (recurso este que os concorrentes abusavam em usar, isso tornava o jogo mais "chic", e vendia mais). Daí aparece uma tal de Angel Studios, que acho que muitos de vocês nunca ouviu falar, e conseguiu enfiar dentro de um cartucho não apenas vídeos, mas o conteúdo de dois Cds inteiros. Revolução? Não; Nunca mais houve um caso como esse no N64.

Como dito anteriormente, o cartucho possui o conteúdo de 2 CDs, então é possível se jogar os Scenarios de Leon e Claire normalmente, basta escolher com quem deseja jogar primeiro. Os gráficos são melhorados (visto que o PS1 tem só 32 Bits, Coitadinho), as texturas são mais definidas e você se possuir um Expansion Pak pode jogar em alta resolução (não recomendo muito, pois há momentos em que nos diálogos os movimentos não ficam completamente sincronizados com a fala, e trava um pouco tb). Pode se escolher o nível de violência (baixa, média e alta), por exemplo: Usando violência baixa, mesmo com uma Shotgun/calibre 12 equipada, atirando contra um zumbi, ele não sofrerá danos, apenas cairá no chão; Usando violência alta, voarão seus pedaços pelo ambiente, dependendo do ângulo do tiro poderá separar as pernas do resto do corpo, entre outras atrocidades. Também tente explodir a cabeça do zumbi com uma Magnum, hilário.
O jogo também tem suporte ao Rumble Pak, e não precisa de Controller Pak para salvar o jogo.
Outra característica é escolher a cor do sangue entre verde, vermelho e azul; O que é bem inutil... Não são ETs nem nada.
.
No menu, pode-se escolher um modo Randomizer (aleatório), em que todos os itens estão em locais diferentes, isso é bom, pois deixa o jogo mais interessante quando se joga novamente.
Também existem os Ex. files (arquivos extras) espalhados por todo o jogo; Entre eles estão uma Carta de Barry Burton (RE1) para Robert Kendo, da loja de armas; Uma denúncia e uma carta de Jill Valentine (RE3) (que são as palavras que ela diz no inicio de RE3); entre outros, vale a pena conferir.
O jogo ainda possui os Bonus Hunk e Tofu, que são liberados, o primeiro, quando se zera com ranking A, e o segundo por meio de códigos. Apenas o modo Extreme Battle ficou de fora.

O áudio é idêntico às outras versões, ótimo; O som dos diálogos tem qualidade de CD (na minha opinião). A Trilha sonora é simplesmente hipnotizante. Nota 10 para o audio. Aliás... para tudo.

Sobre a história, deixo claro que nunca toco no assunto, apenas digo se é boa ou ruim, pois se fosse eu ficaria PUTO com o carinha que disse, pois grande parte da graça do jogo é descobrir o que virá em seguida. E sobre esse posso adiantar que é ótima e não deixa nada a desejar. É simplesmente um dos meu jogos preferidos. Todos os quesitos tem média altíssima. descubra você mesmo ( por mais que eu ache que 99% das pessoas que lerem isso já jogaram RE2 em um console pelo menos), pena que foi o unico jogo da série no N64 =(.

Pois bem, para finalizar, deixo este vídeo como conclusão. Espero que tenham gostado e não deixem de jogar RE2 no N64; É burrice.

Creditos:Henrique & Smbz-Mario

Resident Evil 2




Após o estrondoso sucesso do primeiro jogo da série, a Capcom começou a trabalhar em sua seqüência, no ano de 1997 e disponibilizou muito material, do que ficou conhecido como Resident Evil 1.5. Contudo, essa primeira versão do jogo foi abandonada e uma do zero foi feita, hoje a conhecemos como RE2.

     O jogo trazia uma inovação na jogabilidade entre os dois personagens. Já a história transcorre ao mesmo tempo para ambos, o que auxilia tanto numa quanto na outra, sendo que ações realizadas na primeira acarretam modificações na segunda.

     Na noite de 29 de setembro de 1998, o policial novato Leon S. Kennedy e Claire Redfield, a irmã do membro dos S.T.A.R.S. Chris adentram a cidade de Raccoon City. Leon percebe que a cidade está calma demais e muito deserta. Ele pára seu jipe no meio da estrada ao avistar um corpo e desce para verificar. Enquanto isso, Claire chega a um restaurante para pedir informações. Ela está na cidade à procura de seu irmão, que não dá notícias a um bom tempo. Na lanchonete, Claire se encontra em meio ao terror quando um morto-vivo a ataca. Ao fugir pela porta dos fundos, dá de cara com Leon, que foi cercado por um grupo de mortos-vivos.

     Eles fogem pelo beco e chegam a uma viatura abandonada. Contudo, no seu caminho para chegarem à Delegacia de Polícia, um zumbi os ataca do banco de trás, enquanto um caminhão desgovernado com um motorista zumbificado vem de encontro a eles. Ambos pulam para fora do carro, quando o caminhão se choca com o veículo, explodindo numa grande bola de fogo. Os recém aliados agora estão separados e fazem o seu caminho para a Delegacia. Lá dentro eles se reencontram e seguem a procura de uma rota de fuga segura, bem como por sobreviventes.

     Leon encontra Ada, que está à procura de seu namorado John, um pesquisador da Umbrella, enquanto Claire encontra a menina Sherry, orientada por sua mãe para se refugiar na Delegacia, o lugar mais seguro na cidade. Mas as aparências enganam, e a Delegacia não é mais segura, bem como o parentesco de Sherry e as intenções de Ada nos demonstram no desenrolar da história.

Yu-Gi-Oh Forrbidden Memories

Proibida memórias Yugioh é um jogo que leva você de volta no passado antes do tempo de Yugi. Você é um príncipe que salva o Egito eo mundo de tumulto. O jogo de sombra é colocar duelista no reino das sombras e você junto com um velho, Joey, Taya, e Triston (me corrija se eu nomes escritos ali errado) tem que parar com isso. Quase todas as cartas da antiga série estão aqui e então alguns. Este jogo permite-lhe monstros fusível na mão sem polimerização e criar monstros que podem virar o jogo em um duelo. Também vai estar indo para o tempo Yugi como o espírito do enigma do milênio. Você vai lutar no torneio de Kaiba e Pegasus também. Em geral você tem o melhor dos dois mundos nesta visão em perspectiva emocionante de Yugioh.


Creditos:Henrique,Leite

Megaman X6

Mega Man X6 é o sexto jogo da franquia Mega Man X produzida pela Capcom, e o primeiro a não ser dirigido pelo criador da série, Keiji Inafune. Foi lançado em 2001 para PlayStation. O jogo foi re-lançado em 10 de Janeiro de 2006 como parte do Mega Man X Collection para Nintendo GameCube e PlayStation 2.
Há uma crença errada de que X6 contradiz a abertura de Mega Man Zero, que se passa cem anos após a série X e mostra Zero acordando após ser selado, e Mega Man Zero deveria seguir diretamente após o X5. Isso é devido às reações dos fãs a entrevistas com os desenvolvedores do jogo que afirmavam que Mega Man Zero estava em desenvolvimento mais adiantado que X6. Na verdade, a abertura de Mega Man Zero segue mais a linha do X6 que a do X5. A abertura ilustra Zero sendo propositalmente selado (seu nome na porta que leva até ele, e ele é protegido por um campo de força), o que acontece apenas dentro do Mega Man X6. No X5, Zero nunca foi selado, ele esteve perto de morrer. Isso é verdade, já que o próprio Inafune afirmou que "alterou ligeiramente" a abertura de Mega Man Zero para seguir a linha do fim de Mega Man X6
Nota: O jogo foi pouco conhecido por causa da tradução "preguiçosa" que contêm vários erros de pronúncia. Contém também inúmeros erros de continuidade e fatos não-explicados. O jogo na versão ocidental manteve a dublagem original, deixando apenas a tradução japonesa. Foi considerado como "horrivelmente apressado" e "incompleto". Por causa disso, e do alto nível de dificuldade do jogo, foi considerado um dos mais fracos jogos da série X e por outros, que conseguiram terminar o jogo facilmente, é tido como um dos melhores jogos da série X.


História

Três semanas após o incidente da colônia Eurasia, - com Zero perdido, presumivelmente morto, e a superfície da Terra inabitável - um grupo influente de Reploids começou a causar conflitos, espalhando rumores sobre visões de um fenômeno misterioso chamado Nightmare, que parecia estar centrado em quem Zero era, embora morto, foi visto por X numa forma viral. Gate, o líder da nova organização Reploid mandou oito dos seus pesquisadores para investigarem o fato.
Este jogo recebeu muitas críticas dos fãs de Mega Man, devido ao fato de desconsiderar o enredo do Mega Man X5 em que Zero derrotou Sigma e foi à hibernação, sendo re-acordado na franquia Mega Man Zero. Este enredo desenvolveu bastantes antecipações em cima dos detalhes do enredo do Mega Man X6, mas caiu por terra por causa do fato de que Zero (inexplicavelmente) reviveria brevemente no X6. Isso resultou numa controvérsia para o enredo do Mega Man Zero e significa que Zero foi efetivamente revivido duas vezes. Porém, o final no X5 não foi totalmente específico sobre o fato de Zero ir para a hibernação, e o enredo para o Mega Man Zero 2 - Zero 4 requereu que ele continuasse lutando até algum tempo durante as Elf Wars.
Numa recente entrevista, o criador da série Keiji Inafune confirmou que havia pretendido que Zero permanecesse morto desde o X5 até a série Zero, mas como o X6 foi produzido sem o conhecimento de Inafune, por uma equipe de designers inadvertidos de seus planos, o aspecto da história pode não ser considerado como verdadeiro. Há a chance de que essa linha de enredo possa ser implantada na história de um futuro jogo da série X sendo que Zero foi destruído anteriormente no Mega Man X e ressurgiu no X2. Não é improvável que ele seja destruído e renasça novamente em jogos futuros da série. Este assunto permanece não-resolvido porém, como não há conexões oficiais visíveis para cruzarem a série juntos.